Evento W3C: Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico - Parte 1
Este post comecei por meu e-mail no dia 08 de outubro, por que este blog estava com problemas e eu nem sabia, pois estes dias está uma correria danada e nem me dei o luxo de abrir nada relacionado a minha vida pessoal. Ele está dividido em duas partes, essa é a primeira.
Fiquei sabendo, por intermédio da lista de discussão PHP-DF, que participo, que haveria um evento do escritório da W3C aqui em Brasília, e o melhor, do lado do lugar onde trabalho.
O evento era importante, afinal, era a primeira coletiva do escritório brasileiro da W3C. E eu nem pensava na possibilidade de perder, pedi ao meu chefe, e solidariamente me autorizou a ir.
Tinha entrado no site pra conferir a programação e vi dois nomes que me chamaram atenção: Marco Antônio de Queiroz(MAQ - Bengala Legal) e Thiago Bacchin(SEMBRasil). O primeiro pela minha busca de igualdade na web, e o esforço em propagar os direitos de pessoas com deficiências. O segundo, pela admiração do trabalho de pessoas que trabalham com SEM e SEO.
Fiz minha inscrição, no outro dia recebi um e-mail confirmando-a. Então, era só esperar até o dia 8 de outubro. Nem tinha me atentado ao tema abordado no evento, para mim o evento associado à W3C já bastava, então entrei no site e ví: Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico. Logo pensei que seria mas um daqueles eventos onde vinham pessoas do “terceiro setor” falar sobre inclusão digital pras massas e aquela conversa xuxu.
Mas resolvi ir. Tudo foi muito tranqüilo no dia. Sai do trabalho 13:30( começava às 14:00), 13:40 ja estava lá. Fiz o credenciamento, ganhe uma pastinha com muitos plafletos(Aí que fui saber que o CGI, também, estaria dando contribuição com o evento. Grande parte dos panfletos era do CGI), e dois CD’s. Um do CGI.BR e outro do Governo Eletrônico. Eles se atrapalharam um pouco e o evento acabou começando as 14:30… Greve dos bancários, uma zona infernal lá fora. Musica, fogos de artifício e “A Corneta”.
Vagner Diniz, gerente geral do escritório brasileiro da W3C, começou apresentado a equipe formadora da mesa. Clarice Coppetti, Marcos Vinicius Mazoni, Rogério Santanna dos Santos e Hartmut Glaser.
Claro que quem começou a falar foi Clarisse Coppetti, vice-presidente de tecnologia da informação da Caixa Econômica Federal, aliás, o evento aconteceu no Teatro da Caixa aqui em Brasília mesmo, atrás do Banco Central. Essa parte do evento foi meio chata. A Clarisse falou como funcionava a parte de desenvolvimento do sitio da caixa, também de como sua equipe usa os padrões web pra conseguir manter um dos sitios mais acessados do Brasil. Tem uma coisa me chamou a atenção nas coisas que disse. Falou que nem sempre, pelos prazos apertados, pode-se colocar os padrões web em prática. a na mesma hora me veio a cabeça, mas os padrões web, quando aplicados da maneira correta não vem para tornar a vida na web, tanto para os desenvolvedores, quanto para os usuários(acessibilidade e interoperabilidade), mais fácil? Bola fora Clarisse Coppetti.
Agora eu não lembro quem falou em seguida, se foi o presidente do SERPRO ou se foi o representante do CGI. Lembro que o do SERPRO(Marcos Vinicius Mazoni) falou a mesma coisa que a Clarisse Coppetti, mas sem a bola fora.
O representante da CGI, Hartmut Glaser, deu uma pequena aula de como a internet surgiu no Brasil, mostrando gráficos e mais gráficos sobre a nossa posição no ranking mundial em relação a acessos a internet.
Então veio a parte mais sem noção da palestra, começou então a falar “alguém” do Ministério do planejamento, em teoria, e o que a programação dizia era que Rogério Santanna dos Santos, do Ministéro do Planejamento, ocuparia a bancada. Foi o papo mais chato que já vi na vida. E quando terminou de falar, anunciou que estava alí para reparar um furo que o real convidado tinha dado. E você acha mesmo que lembro o nome do tal que deu a palestra?
Vagner Diniz, para encerrar a primeira parte o evento, mostrou um vídeo onde uma cidade do interior era completamente conectada. Tecnologias de auto nível eram apresentadas: RFID, Wireless, Wifi… Justificando o vídeo, o palestrante falou sobre o real propósito do W3C para o mundo: Tornar tecnologias acessíveis e interoperáveis, tudo isso usando padrões web, padrões open source. Mostrou como a W3C e o CGi.br estão trabalhando para que a internet brasileira evolua para o próximo degrau.
Coffe Break. Morto de fome, querendo aumentar(senão, criar) meu networking, comecei a falar com algumas pessoas, quando ví, estava do lado de fora do teatro, comelança a gogô rolando do lado de dentro, e eu conversando com um desenvolvedor das forças armadas sobre o impacto do cigarro no mundo de TI. Quase morrí de sorrir quando ele disse que em outros tempos os palestrantes fumariam dentro do teatro passando suas informações. E pra dar charme tomariam Whiski entre um tema e outro. Mundo mudado.
p
Novos caminhos, novas metas - Web Standards
Sei que fiquei um bom tempo sem falar sobre algum assunto aqui, mas é que além da falta de tempo, ando sem assuntos pra postar.
Nesse período em que estive ausente no blog mechi com muitas coisas, uma delas é a biblioteca Jquery e o framework Symfony, espero que isso logo logo gere novas idéias para novos posts aqui no blog.
Porém, no momento quero falar sobre coisas que adoro, adoro regras, padrões(quebra-los) e tudo mais que envolva. Assim começoo a traduzir a série WSC(WebStandards Curriculum), postados em forma de artigo na área de desenvolvimento do Browser Opera.
Os artigos visam descomplicar o desenvolvimento para a internet. Facilitando assim o acesso a tecnologias voltadas para a web para todos.
O primeiro artigo é um material introdutório aos Web Standards. Todos os artigos deixarão explícitos os créditos aos autores.
Internet Explorer pode danificar o seu computador
Primeiro quero pedir desculpas pela demora para um novo post, mas é que minha vida anda em um furacão.
Lá estava eu na faculdade, na aula de laboratório de programação, abri o firefox, parece que ele estava configurado com algum proxy que não achei necessidade de modificar, cansado, tinha trabalhado o dia inteiro, a única coisa que queri fazer era chegar em casa, jantar e dormir, então abri o Internet Explorer, na esperança de que não havia sido configurado nele também, quando me deparo com a seguinte mensagem na tela…
Limpar input ao ganhar foco ou clicar
Este é um código antigo que estou apenas passando para este blog, mas é uma função bem usual.
Ele apaga o valor de um elemento de formulário quando é camada. Deve-se passar a id do elemento como parâmentro da função. Aconselho a usar os eventos OnFocus() e o OnClick().
function EmptyField(id)
{
var Fid = document.getElementById(id);
var TheDefaultValue = Fid.defaultValue;
var TheValue = Fid.value;
if(TheDefaultValue == TheValue)
{
Fid.value = '';
}
}
Um exemplo de como se usar a função pode ser encontrado aqui.
O poder das mudanças
Este post não tem nada a ver com programação, mas como este blog tem como proposta não só ser um banco de dicas sobre programação web, mas também descontração, resolvi contar uma coisa que está acontecendo freqüentemente comigo.
Sempre fui o cão no colégio, não dispensava a oportunidade de zoar alguém e sorrir as custas das desgraças alheias. Não que eu provocasse as situações, mas elas simplesmente aconteciam… E se tem uma coisa que sempre me caracterizou foi o sorriso estrondosamente alto. A época de maior volume de meu sorriso, foi em meados de 2001, sétima série do ensino fundamental, em minha turma tinha o título de “garoto palhaço”, falava uma frase e todos caíam na gargalhada, e claro, eu também sorria(estrondosamente)… Eu tinha um apelido, bigbig, não lembro o motivo, não sei se é por que adorava o bigbig de uva, mas enfim… Quem me deu o apelido eu lembro, uma garota que era apaixonado, que tempos depois descobri ser lésbica(sic).
Dois anos depois começo meu primeiro namoro, e descubro que a pessoa que está comigo até hoje me odiava pelo meu sorriso com volume irritante, e pior, a escola inteira me conhecia exatamente pelo sorriso. Quando descobri isso foi o fim. Percebi que meu sorriso era realmente irritante de ser escutado ao menos 10 vezes por dia, coisa que raramente acontecia, já que como eu disse, eu era uma pessoa que sorria muito, portanto, o saldo por dia girava em torno de 40 vezes. Então resolvi mudar, aquele sorriso alto, virou um sorriso “normal”(se é que existe isso), e minha vida mudou; ninguém mais me conhecia, ao menos não pelo sorriso alto.
Este apelido esteve morto durante anos, nunca mais tinha ouvido alguém me chamar de bigbig, o que era um alívio. Mas estes dias têm acontecido de encontrar pessoas que nem sei quem são na rua e chamando de bigbig e e não sei como reagir. E o melhor é que eu não tenho a mínima idéia de onde buracos eu conheci, mas como sou uma pessoa educada, sempre respondo… Olá, quanto tempo, em que ano estudamos mesmo? O problema com essa pergunta é: E se eu não tiver estudado com a tal…
Há umas duas semanas, eu fui o assunto de uma conversa entre um amigo de um amigo meu e ele. Então ele citou algo como “Me lembro de x pessoa falar assim: Olha o sorriso desse menino, parece que quando ele sorri o sol se abre, dá até vontade de sorrir também”. Esse comentário foi feito logo depois que resolvi mudar meu sorriso.
Outra pessoa me chamou de bigbig hoje, estamos conversando um amigo, uma amiga desse amigo e eu. Eu não entrava muito na conversa por que o assunto realmente não me dizia respeito, mas no fim aconteceu uma coisa engraçada, ela disse, me dá um abraço aqui bigbig.(!)
Caramba, fiquei pensando sobre o assunto, será que ela sabia meu nome? Será que ela era mais uma das pessoas que me odiavam pelo sorriso estranho que tinha? Ou será que ela conheceu o Fábio mudado? Se bem que participamos de uma gincana do colégio juntos na época, mas enfim…
Este post escrevi para mostrar que, ao menos comigo, as mudanças foram boas, não fiz isso exatamente pensando em agradar ninguém, mas não queria me sentir um alien perante tanta “normalidade”.
O sorriso foi apenas uma das mudanças para ser a pessoa que sou hoje. As outras mudanças foram mais de formas de pensamento. A idéia conservadora simplesmente sumiu e um Fábio contemporâneo surgiu. Ainda bem.
10 razões para aprender e usar Expressões Regulares
Este artigo é uma tradução feita por mim, ou seja, não oficial do post 10 Reasons to Learn and Use Regular Expressions. Achei legal e quis trazer pra vocês que lêem o blog.
10. Expressões Regulares estão em todos os lugares
Aqui está uma pequena lista de linguagens de programação e ferramentas que usam expressões regulares. Os links são para suas documentações.
- O Framework .NET
- ActionScript
- ColdFusion
- Java
- JavaScript
- Perl
- PHP
- Python
- Ruby
- Tcl
- VBScript
- Servidor HTTP Apache
- Google Analytics
- Google Code Search
- Servidor Exchange
- Windows PowerShell
- OpenOffice.org
- Oracle Database
- Qualquer editor de texto de programação decente ou IDE
- E milhares mais …
9. Dominar expressões regulares pode ajudá-lo a se destacar na multidão
Expressões regulares podem estar em qualquer lugar, mas muitos programadores experientes são intimidados por elas. Saber como usar expressões regulares efetivamente, pode ser uma habilidade valorosa e pode fazer com que seus amigos rapidamente se atentem.
8. Utilizar expressões regulares pode fazer você se sentir como um poderoso mago
Expressões Regulares podem ser difícil de dominar, mas isso pode ser muito gratificante por fim. Escrever uma linha de letras e símbolos crípticos que o que centenas de linhas faz, pode te trazer uma boa sensação.
7. Se suas buscas são simples, a sintaxe de expressões regulares é simples
Quer verificar a palavra “
gato“? A regex é simplesmentegato.^gatoverificagatono começo da string,cat$verifica no fim, egato|cachorroverifica “gato” ou “cachorro“. A maioria das sintaxes regex são fáceis, uma vez que você pega o jeito.
6. Expressões Regulares são portáteis
Esta é uma mentira ousada, mesmo assim isso geralmente é verdade para as pessoas que aplicam os fundamento ou intencionalmente escrevem suas regex de uma maneira portátil. A maioria das sintaxes regex funcionam igualmente em uma grande variedade de linguagens de programação e ferramentas.
5. Expressões Regulares podem ajudá-lo a escrever códigos curtos
Isto pode ser especialmente útil em JavaScript, onde o tamanho do código afeta o tempo de carregamento, e embora regex sejam difíceis de ler, prefiro gastar meu tempo reforçando a lógica de uma regex que fazer a mesma coisa com uma página completa de códigos. Naturalmente, como a maioria das coisas na vida, isso é importante para encontrar um bom equilíbrio.
4. Expressões Regulares poupam tempo
Mesmo para os iniciantes que ainda lutam com a sintaxe, expressões regulares são muitas vezes a maneira mais rápida de completar tarefas de processamento de textos .
3. Expressões Regulares são rápidas
Ainda que o retorno dos motores regex tenham os chamados casos patológicos, que podem demorar muito tempo, regexes escritas com performance em mente serão mais rápidas o suficiente para suas necessidades na maioria dos casos.
2. Expressões Regulares podem casar praticamente qualquer coisa
Em outras palavras, expressões regulares são poderosas. Uma pessoa com domínio de expressões regulares pode encontrar muitos usos apropriados para regexes onde o usuário destreinado não iria pensar em olhar. Assim como o autor de Programming Perl escreveu: “if you take ‘text’ in the widest possible sense, perhaps 90% of what you do is 90% text processing.”.
1. Expressões Regulares são divertidas
Como qualquer bom desafio, regexex podem ser muito divertido. E ferramentas como RegexPal, podem ajudar a tirar muitas suposições, de modo que você possa concentrar-se em resolver os problemas.
Desculpem pela tradução meia boca. Sugestões para melhorar a tradução são bem vindas.
Escrever data por extenso com php
O que mais vejo por aí são scripts monstruosos para se conseguir retornar a data por extenso para o usuário. É incrível a falta de coragem do pessoal em procurar novas alternativas para seus códigos, para que fiquem mais limpos, bonitinhos e tal.
Um exemplo que posso citar para justificar o que estou dizendo são dois links, neste o cara cria um script enorme, que logo como vamos ver, será colocado em desuso por nosso script milagroso. Agora esse vai além, o cara cria uma função para a mesma coisa que a anterior, escrever a data por extenso.
Agora vos apresento minha solução:
< ?php
setlocale(LC_ALL, 'portuguese', 'pt_BR', 'pt_br', 'ptb_BRA');
echo strftime("%A, %d de %B de %Y");
// Uma saída esperada é: terça-feira 29 de janeiro de 2008
?>
Juro pra você que é só isso que tem que fazer para se conseguir como resultado a data de hoje por extenso. Esqueça aqueles códigos enormes que você viu.
Locale é um conjunto de informações que define os formatos de número inteiros, monetários, tipo de caracteres, tempo, entre outros. Setlocale() serve para setar o locale que você quer usar no seu programa, como você pode ver alí, dou quatro referência de locales(portuguese, pt_BR, pt_br e ptb_BRA) para que ele não se perca e caso não haja o primeiro locale, ele parta para o próximo.
–edit–
Obrigado Aragão, pela dica.
Faminto por livros
Ahhhh livros! Maravilha que inventaram! Principalmente os de fantasia. Venho acumulando uma quantidade de livros de fantasia absurdo(nem tanto assim). Mas quero mai. Atualmente tenho:
- Harry Potter e a pedra filosofal
- Harry Potter e a camara secreta
- Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban
- Harry Potter e o cálice de fogo
- Harry Potter e a ordem da fênix
- Harry Potter e o enigma do príncipe
- Harry Potter e as relíquias da morte
- Eragon
- Eldest
- As crônicas de Nárnia(todas as crônicas).
- …
Agora quero é comprar os livros da Trilogia Fronteiras do Universo( A Bússola de ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar). Aceito doações ![]()
Além dos livros sobre histórias fantásticas, também tenho apreço por livros que engrandecem o meu intelecto, e claro, alimentam meu conhecimento na minha profissão(WebDeveloper).
Essa semana, comprei dois novos livros, são eles:
- PHP, programando com orientação a objetos - Pablo Dall’Oglio
- Ajax, guia prático - Walace Soares
Programando em php com o código limpo
Logo quando comecei a programar em php, qualquer coisa que eu escrevesse que desse resultado estava bom. Linhas enormes, expressões sem sentido mas funcionais. O fim! Então, um belo dia, eu lí um artigo no PHPBrasil(eu procurei no phpbrasil e não achei), sobre organização dos arquivos dentro do servidor. Eu até gostei das instruções que o cara dava, mas eu queria algo mais profissional, que eu não precisaria mudar depois.
Bendito foi o dia em que eu comecei a procurar sobre isso, logo encontrei os Padrões de Codificação do Framework Zend, que foi o divisor de águas para saber o que era certo e errado em identação e práticas de melhoria de visibilidade do código. Quando descobri que era, também, o mesmo padrão usado pelo PEAR fiquei mais empolgado ainda e até hoje, claro, uso. Só tem uma coisa que eu não gosto de fazer. Documentar.
Documentar é chato, é um processo altamente nostálgico que seu eu pudesse, passaria esse serviço para alguém. Maldito foi o *&^%$ que criou o PHPDOC.
Par ou Impar no php com melhor perfomance
O que mais procuramos hoje em dia é a agilidade. Vivemos tentando economizar segundos em tudo, e por que não economizar tempo também em nossas aplicações? Geralmente quando você quer saber se um número é par ou impar, faz-se o seguinte:
< ?php $s = 5; echo ($s % 2) ? 'impar' : 'par'; #Se tiver resto é impar, caso contrário, par. ?>
Só que esse código é lento, e temos uma forma bem mais rápida de obter tal resultado, usando os operadores bit-a-bit!
< ?php $s = 5; echo ($s & 1) ? 'impar' : 'par'; ?>
Vamos explicar o código: O operador “&” ativa os bits que estiverem ativos nos dois números. Quando você coloca o operador “&” entre os dois para efetuar a expressão, ele os avalia como binários, assim sendo:
5 = 101
1 = 001
Resultará em
1 - 001 # Sendo o último algarismo dos dois números o bit ativo, então ele é ativado.
Assim sendo, na avaliação ternária anterior, a expressão retornará TRUE, ou seja, o retorno será impar.